Livro nosso de cada dia

30-Jun-2016

 

Pão é o alimento mais sagrado.

Desde os ázimos do oriente aos nossos franceses do ocidente, o brasileiro de nossas ‘padarias’, todas manhãs e tardes, necessidade nossa.

Simples, recheados, doces e salgados, aromas e sabores para atender a qualquer gosto.

Farinha acrescida de água, levedo, etc.

Deixa fermentar, espera!

Só depois que vai ao forno.

As misturas ficam a cargo dos mestres da panificação.

Pão me faz pensar em livro.

O livro é alimento tão sagrado quanto o pão.

Temos os romances, os filosóficos ou científicos, os divertidos e os sérios, os grossos e os finos, os de capa dura ou os brochura, também os grampeados, coloridos, preto e branco, amarelados ou novos, para todos os gostos.

As emoções causadas pelo seu uso são as mais diferentes, choramos, rimos, ficamos sérios, nos aborrecemos ou nos entusiasmamos, queremos compartilhar ou deixamos esquecidos, controlamos ou deixamos ir.

Terminada a leitura, não se acaba o desejo.

Comumente, a sede aumenta, queremos mais. A ‘barriga’ não enche, sente mais vontade.

Então, vamos em busca de outro.

No entanto, quando o assunto conclui, daquele tema não se padece mais ‘fome’ ou ‘sede’.

O livro, no nascedouro é como o pão, mistura-se ideia e palavras... Espera! Depois, acresce-se papel e muito trabalho. Ah, aí vem o forno, ops, a produção; mais tarde a vitrine, a mostra, hora de expectativas.

A vitrine é importante, mas se o pão não for bom, não tem jeito.

Assim, o pão me lembra livro, e como disse um companheiro na padaria hoje cedo, o pão nosso de cada dia.

Pão é o alimento mais sagrado... ou um deles?

 

Imprimindo um caderno de livro.

Colando capa em um livro.

Guilhotina acabando um livro.

Como fazer pão.

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