KC-390


Sem dúvida o Brasil está predestinado a desempenhar um importante papel no contexto mundial.

Quando lemos sobre o velho mundo, referindo-se ao continente europeu, ao oriente médio ou ao extremo leste é exatamente pela história da humanidade aí consagrada.

No entanto, podemos fazer outra menção a respeito de ‘velho mundo’, o mundo que optou pelo egoísmo. Esse mundo está em ruínas, está soçobrando no grande mar dos interesses individuais.

Não sou eu quem digo, basta observar.

A decadência das instituições cujos alicerces encontram-se fincados no amor próprio e no exclusivismo, escandaliza.

Escandaliza porque estamos sendo acordados à custa dos extremos da corrupção, cuja nascente está no egoísmo, individual e coletivo.

Para que uma nova ordem social surja é preciso que a velha rua, desmorone, limpe-se o terreno e se lance novos alicerces.

Os valorosos ‘construtores’ dessa nova ordem enfrentarão a preguiça, a má vontade, o medo do novo, a procrastinação, o interesse particular, entre outros obstáculos.

Quem são esses construtores?

Definitivamente, tudo deve caminhar para o futuro, progredindo, crescendo para o ideal e para o belo, é da natureza, é do Universo.

Não é otimismo, não é utopia.

Compartilhei no face um vídeo que recebi demonstrando o teste exitoso do KC-390 da Embraer, um avião parecido com os antigos Hércules do meu tempo de menino em Araguari quando assistíamos ao lançamento de paraquedistas em nosso campo de aviação, maravilhados.

Coloco abaixo o vídeo para seu conhecimento.

Mas o que o KC-390 tem haver com o assunto deste post?

Eu vejo que – e não é miragem – embora ele tenha a pintura camuflada e sugira que é um projeto militar, de guerra, representa o sentimento que todos nós brasileiros possuímos de fraternidade, de união, de solidariedade para com todos os povos, mesmo que esteja embutido, dentro de uma couraça.

Inspirados, os engenheiros da Embraer nos orgulham como brasileiros, porque o projeto não é de um caça bombardeiro, mas de um avião humanitário, um avião de suporte para as necessidades mais graves em tempos difíceis.

O nosso exército pode, muitas vezes aparentar desaparelhamento, mas penso diferente, o nosso exército está muito aparelhado de desejo de ser útil, de realizar missões humanitárias, de socorrer e não matar. Não sou cego para a importância de nossa segurança e soberania, para as quais o exército também é pronto.

Exalto o quanto nós brasileiros podemos fazer pela paz mundial, pelo sentimento de correção e ética no mundo.

Precisamos optar pelo amor, e não há duas maneiras de fazer isso.

‘Nosso dizer deve ser sim, sim, não, não’ – e alguém poderá falar “lá vem o Públio com religião”.

Religião? Quem disse isso realmente foi o Cristo, porém, não é religião, é conhecimento da vida, do ser humano. Dizer sim, sim, não, não significa ter consciência de quem somos e para onde vamos, porque estamos aqui. É escolher a melhor parte e superar o que não é ideal.

O Brasil, com o KC-390, orgulho nosso, irá ajudar muita gente. Parabéns, Embraer!

E o que ele significa? Que estamos com a oportunidade nas mãos, a de construir o futuro, somos capazes disso, vamos fazer isso, e ainda melhor, sem presunção, sem intenção de superioridade, com humildade, com o precípuo desejo de sermos úteis a quem precisar...

Vamos lá... Eu, tu, ele, nós, vós, eles.


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